Dicas de Inglês: No aeroporto (At the airport)

Hoje, disponibilizaremos algumas frases prontas, em inglês, para você não perder seu vôo na hora de voltar para casa ou para quando chegar em seu local de destino.

Onde é o terminal 1/portão número 2? – Where is terminal 1/gate number 2?

Onde é o check-in? – Where is the check-in?

Gostaria de sentar no corredor/na janela – I would like an aisle/window seat

A que horas é o embarque? – What is the departure time?

Perdi meu cartão de embarque – I lost my boarding card

Onde é o setor de bagagens? – Where is the baggage claim?

Fonte: Brasileiros no Exterior

Variedades e dialétos do espanhol

Um dialéto, em términos lingüísticos, é uma variedade da língua que se fala em um território determinado. Na Espanha existe vários dialétos do espanhol. Não devemos confundir os dialétos com as diferentes línguas que se falavam na península: espanhol, catalan, euskera e gallego. Existem diferenças importantes entre os dialétos das regiões da Espanha e o espanhol da América. A pronunciação standard do espanhol da Espanha costuma ser a do norte de Castilla.

A língua espanhola vem da região de Castilla, por isso em alguns lugares se referem ao espanhol como castellano. A língua castellana foi a língua oficial durante o reinado de Alfonso X no ano de 1200, que foi quando o espanhol tradicional era obrigatório em todos os documentos oficiais. Entre 1400 e 1800 a conquista do novo mundo fez com que os barcos saissem do sul da Espanha e que passasem pelas Ilhas Canarias; como consequência muitos dos homens que iam nos barcos falavam espanhol do sul e essa foi a língua que levaram a Santo Domingo, Cuba, etc. O espanhol da américa latina evolucionou em distintas direções dependendo das regiões ou países. A variedade que falavam os conquistadores espanhois em contato com outras línguas e realidades lingüísticas foi mudado e foi nascendo o espanhol da américa.

As diferenças entre os dialétos quase sempre se limitam únicamente a entonação, pronunciação e palavras ou expressões excluidas. Uma das diferenças dos dialétos da Espanha e os da américa latina são os pronomes. Na Espanha, o pronome informal da segunda pessoa é “tú”, mas em algumas zonas da américa latina como Argentina, Uruguay ou Paraguay se utiliza o “vos”. “Tú” e “vos” são informais e se utilizam com amigos. “Usted” é uma fórmula de respeito que se utiliza com desconhecidos ou pessons maiores.

“Vos” se utiliza como segunda pessoa do singular em muitos lugares da américa latina como: Argentina, Guatemala, Honduras, ou Salvador, Nicaragua, Costa Rica, Equador, Paraguay e Uruguay, mas também se utiliza em outros lugares como marcas regionais. Seu uso, dependendo do país e a região, puede considerar-se um standard aceitado ou uma marca do discurso de pessoas ignorantes ou sem educação. As situações interpessoais nas que se utiliza o vos e se aceita seu uso depende das regiões.

Os dialétos do espanhol também varíam no que diz respeito a segunda pessoa do plural. os dialétos da américa latina só têm uma forma para a segunda pessoa do plural: ustedes, que serve para as situações formais e as informais. Porém no espanhol de Espanha existem dois: ustedes para situações formais e vosotros para situações informais.

Os que tem que ficar claro é que todos falamos dialétos e portanto os dialétos não são incorretos ou versões menos válidas da língua. Se estudas espanhol em Buenos Aires e se você se relacionar com gente local aprenderá particularidades desta zona.

Fonte: Espanhol.biz

Aumente o seu vocabulário

Muita gente reclama quando se fala em decorar alguma coisa. Parece até que decorar é um crime e que não faz parte do aprendizado. É verdade que aprender não é só decorar. Mas se você pensar bem tem muita coisa que a gente aprende decorando. Quando você é criança, você decora a tabuada. Ela é a base para muitas contas que você vai fazer durante a vida toda. Sem você decorar a tabuada, não dá para aprender matemática.

Depois que você cresce você decora o número da sua conta no banco, a senha do banco e de sites que você usa na internet. Você decora o número do seu RG, CPF, telefone dos amigos e muitas coisas mais.

Quando você conhece alguém, precisa decorar o nome da pessoa. Muitas vezes a gente é apresentado a alguém e logo em seguida esquece o nome da pessoa, não é verdade? Aliás, foi justamente este o tópico de um artigo da revista Super Interessante.

O artigo fala sobre técnicas para se decorar nomes e rostos e como o próprio título da revista diz, é super interessante.

Muitas das idéias citadas no artigo podem ser aplicadas para se aprender vocabulário em inglês. Uma das coisas que diferencia os falantes mais adiantados da língua é justamente o vocabulário mais amplo. É muito importante expandirmos o nosso vocabulário. No entanto, durante o nosso estudo de inglês aprendemos muitas palavras e depois esquecemos. O que podemos fazer para nos lembrar delas?

Uma das ideias citadas no artigo é estar a fim de aprender. Parece incrível, mas muitas vezes vamos estudar uma coisa e estudamos apenas por obrigação. Ter vontade de aprender ajuda muito. Quando você estiver tentando decorar uma palavra nova, tenha interesse em aprender de verdade aquela palavra. Não adianta ficar pensando: “Ai que saco, tenho que aprender essas palavras!”. O interesse genuíno vai fazer você se lembrar mais facilmente delas. Lembre-se de que ter um vocabulário maior é melhor para você.

Decorar a palavra sozinha não adianta. Você precisa também entender o significado dela e saber como se usa. Por isso procure diversas definições da palavra em vários dicionários – em inglês, sempre – e também as decore. Os bons dicionários sempre apresentam exemplos da palavra usada dentro de um contexto. Copie vários exemplos e também os decore. Vendo a palavra num contexto ajuda a entendê-la e a memorizá-la mais facilmente. Repita os exemplos para você mesmo muitas vezes até decorá-los. Faça isso vários dias seguidos para não esquecer. Segundo a matéria da revista Super Interessante, “A repetição facilita o trabalho do cérebro”.

Faça associações da palavra com pessoas e situações da sua vida. Se você conseguir associar aquela palavra com algo que aconteceu com você, cada vez que ouvir a palavra vai se lembrar da história e uma coisa reforça a outra. Descrever características de pessoas que você conhece usando certas palavras também ajuda a se lembrar delas com mais facilidade.

Tente usar a palavra muitas vezes em contextos que você inventa. Escreva frases com ela, escreva histórias, fale frases usando a palavra. Quanto mais você a usar, mais vai se lembrar também. Um dos fatores que fazem a gente esquecer é justamente não usar as palavras que aprendemos. Usando muito, você tem mais chances de se lembrar.

Brincar com as palavras também ajuda a memorizar mais. Brincar com os sons, tentar achar rimas com outras palavras são algumas das idéias para ajudar a decorar melhor. Quando você se diverte, a retenção é maior.

Uma ideia que eu já falei anteriormente e que a matéria da revista também fala é na hora de dormir repetir para si mesmo as palavras que aprendeu naquele dia. Tentar recuperar o que você aprendeu faz fortalecer a memória e as coisas se transformam em memória de longa duração. E aí será mais difícil de você se esquecer.

Não existe apenas um segredo para memorizar. Esses são apenas alguns, mas que podem ajudar você bastante.

Fonte: Dicas Para Aprender Inglês

SEVEN conclui mais um grupo CELTA

A SEVEN Idiomas concluiu no mês de dezembro o CELTA (Certificate in Teaching English to Speakers of Other Languages).
Agora, a nova turma está mais do que preparada para auxiliar os alunos nessa jornada de aprender e enter a língua inglesa.

E você? Não quer aproveitar e participar desse curso? Se é professor de inglês e quer ter um credenciamento internacional esse é o momento!

SEVEN oferece o CELTA intensivamente nos meses de janeiro e julho, e extensivamente durante o semestre. O próximo se inicia em 10 fevereiro e termina dia 29 junho. O curso une teoria e prática real com os alunos. Entre em contato para obter mais informações com Vanessa no telefone: (11) 3170-1668, ou por e-mail: vanessasantos@sevenidiomas.com.br
Clique aqui e descubra novas oportunidades:

A Seven Idiomas agora está na Mooca

ATENÇÃO pessoal da Mooca! Já está funcionando a nova unidade da SEVEN pertinho da você! Anote o endereço: Av. Paes de Barros, 895 – Tels: 8432-0412, 8432-0440 ou 8432-0476

Mensagens de texto

Se você receber o seguinte no seu celular:

C U L8R“, você responderia como? Que tal “KIT“?

Pois é, as abreviações dos americanos para mensagens de texto são ainda mais estranhas do que as dos brasileiros. Vamos “decifrar” alguns desses códigos:

LTNS” – long time no see (há muito tempo que não nos vemos, não nos falamos)

C UL8R” – See you later. (Até mais tarde)

KIT” – Keep in touch. (A gente se fala)

TTYL” – Talk to you later. (Falo com você depois)

Você conhece mais abreviações como essa? Deixe nos comentários.

Fonte: WordBridge

Antes que o mundo te prove, prove a Seven

Iniciamos no início de dezembro a campanha “Antes que o mundo te prove, prove a Seven”,com inserções na Rádio Band News e anúncio na Veja SP. Confira abaixo o anúncio impresso e o spot que foi para o rádio:

Spot “Antes que o mundo te prove, prove a Seven” na Rádio Band News

Speak x Talk e Say x Tell

Speak e Talk

Quando um pessoa está dizendo coisas para alguénm, pode-se usar talk ou speak, mas talk é mais comum e speak é um pouco mais literário. Exemplo:

- He talked about his children.

Se as pessoas estiverem conversando, opte sempre pelo talk:

- They spent the whole afeternoon talking about the trip.

Se dissermos que duas pessoas are not speaking significa que elas não estão se falando:

- She is not speaking with her father.

Quando uma criança aprende a falar, usamos talk:

- The little boy could talk when he was two.

Mas, se você disser que pode speak, significa que é capaz de dizer algo em uma situação especial:

- I was too emotioned to speak.

Para dizer que falamos algum idioma, sempre usamos speak:

- We speak Portuguese.

Para pedir para falar com alguém no telefone usamos o speak:

- Can I speak to your mother, please?

Finalmente, sempre que for falar de words (palavras) utilizamos o speak:

- They just spoke a few words.

Tell e Say

Ao reproduzir exatamente o que alguém disse usamos say:

- ‘I am really hungry’, she said.

Muitas vezes após o verbo say usa-se o that, que é facultativo e frequentemente não é utilizado, principalmente na língua falada:

- He said that he is a student ou He said he is a student

Say é geralmente seguido de: objetos em geral, anything, something, nothing, so, hello and goodbye:

- You have to study – Mom said so.
- We said nothing at the meeting.
- I am goind to say goodbye to Grandpa.

Para contar story, joke, lie ou truth utilize tell:

- He tells jokes for everyone.
- We never told you a lie.

Finalmente, you say something to someone e you tell someone something (usado também quando se quer dar informações a alguém):

- They said hello to their friends.
- My mother told me how to get there.

Fonte: WordBridge

Promoção Seven Music 2

Depois de treinar seu inglês com rock, que tal aprender novas palavras com o rap?

Siga a Seven no Twitter e retuite a frase da promoção, então você estará participando do sorteio de um CD do Snoop Dog. Quanto mais vezes você retuitar as postagens da Seven, mais chances de ganhar! A promoção acaba na próxima sexta-feira, dia 16 de setembro!

Participe!

Evite armadilhas na hora de escolher o curso de idiomas

Falar outro idioma, de preferência o inglês, sem dúvida, pode ser o diferencial para uma organização optar entre um e outro profissional. Porém, como escolher, entre tantos cursos e cargas horárias, a melhor opção de ensino que realmente faça ingressar no mundo bilíngue, ou, melhor ainda, no universo poliglota, dominando mais de dois idiomas?

Para Débora Schisler, engenheira de educação da Seven Idiomas, “existem muitas armadilhas em alguns cursos de idiomas do mercado. Para aprender uma outra língua é vital aprender a escrever e ler, além de, claro, falar com segurança. Além do estudo e foco do aluno, que devem ser constantes, é extremamente importante as escolas de idiomas oferecerem aos estudantes desafios que os façam ter que agir e pensar em inglês, espanhol ou outro idioma”.

Algumas situações reais, “como pedir informações num aeroporto, nas ruas sobre determinados lugares ou pontos turísticos, se alimentar num restaurante ou lanchonete são tarefas simples do dia a dia de um turista em outro país, e muitas vezes os alunos, após estudarem anos em algumas escolas ou em cursos rápidos, não se sentem seguros para vivenciar e aproveitar ao máximo a oportunidade de aperfeiçoar o idioma”, revela Débora.
Esse problema acontece porque muitas escolas de idiomas não seguem o padrão internacional de níveis do CEFR (Common European Framework of Reference for Languages), que determina o que um estudante deverá produzir em cada nível. “Isso quer dizer que um aluno do nível avançado de uma escola que segue esse padrão estará realmente avançado em qualquer lugar do mundo que utiliza o mesmo padrão. Garantindo, assim, que o estudante não seja surpreendido e que o nível avançado que atingiu numa determinada escola seja, por exemplo, na realidade um nível pré-intermediário no padrão internacional”, afirma Débora.
Dados da Belta (Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais) revelam que no ano passado, cerca de 170 mil brasileiros entraram em algum tipo de programa de trabalho ou estudo no exterior. Em 2004 esse número era de 42 mil. O crescimento esperado para 2011 é de 20% a 25%, devido à valorização do real.

A engenheira de educação da Seven Idiomas elenca algumas dicas que podem ajudar os estudantes a evitar as armadilhas para quem busca aprender ou mesmo aperfeiçoar outro idioma:
– Não se aprende outro idioma satisfatoriamente em alguns meses apesar de ser um desejo de todos. Aprender, com qualidade, outro idioma, requer tempo, disciplina e muita prática. Desconfie de métodos que prometem nível avançado em menos de três anos;
– Conheça a forma de aprendizado da escola. É necessário que exista um balanceamento entre a prática e a teoria ensinada na sala de aula. Peça para participar de uma aula antes de fazer sua escolha;
– Pergunte sobre a formação do corpo docente da escola;
– Pergunte que outros tipos de apoio a escola oferece para auxiliá-lo na aprendizagem, como aulas de apoio, aulas de reforço, biblioteca, eventos ou outros tipos de atividades;
– Pesquise e avalie as informações que existem na internet, fóruns de estudantes e blogs sobre diversas escolas de idiomas. Se possível, converse com alguém que já tenha estudado na mesma rede para obter informações mais detalhadas;
– Existem sites especializados em reclamações de alunos. Caso existam reclamações sobre a escola, veja o número de queixas e suas respectivas soluções (caso tenham sido solucionadas);
– Cuidado com as armadilhas na hora de comprar o material didático. Adquirir o material de todos os níveis do curso de uma só vez pode te manter ‘refém da escola’. Caso você desista não poderá devolver o material, mesmo se não tiver utilizado;
– Leia atentamente o contrato, especialmente as cláusulas de desistência. Há centenas de reclamações de alunos na internet motivados por não devolução de cheques após a desistência do aluno;

Saiba mais: Débora Schisler é engenheira de educação da Seven Idiomas, rede de franquias com mais de 24 anos de experiência no ensino de inglês e espanhol. A Seven busca estimular o aprendizado através de sete inteligências (verbal, lógica, musical, interpessoal, espacial, intrapessoal e cinestésica). A rede, que possui 12 mil alunos e atende com serviços específicos em 16 colégios e mais de 200 empresas, também possui em sua carteira de clientes grandes empresas conveniadas, entre elas: Unilever, Nielsen, LG e Bayer. http://www.sevenidiomas.com.br